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A caminho do abismo
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O "calabouço" fiscal de Haddad aponta para inflação e aumento de impostos. Os economistas Marcos Mendes e Marcos Lisboa apresentaram um estudo no Brazil Journa l, mostrando que a proposta de arcabouço fiscal de Haddad é uma peça de ficção. Rodaram três cenários: um de projeção do PIB conforme a expectativa do mercado, outro de oscilação acima e abaixo dessa projeção nos próximos anos e um terceiro de expansão sistemática da receita acima do PIB, conforme quer a própria equipe econômica, através do aumento dos tributos. O objetivo era mostrar que, em quase todos os casos, nem mesmo a banda mínima de alvo para o superávit primário é atingida, e no caso de aumento maior da receita fiscal, sistematicamente acima do PIB, o superávit primário de 1% seria alcançado apenas em 2030. Os autores especulam que a única forma do governo alcançar a meta mínima de superávit seria através da inflação . Talvez o plano seja esse mesmo. A única certeza dessa proposta é o aumento sistemáti...
Reflexões
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Reflexões sobre a quaresma feita por um anônimo: "Uma foto tocante... refletir quantos momentos desse tipo vimos Jesus Cristo, Deus, triste, acabrunhado, e profundamente tocado pela falta de resposta do homem, indiferente ante seu Deus-Criador descido do Céu, e a sua criatura não O reconheceu. O homem buscou seu Deus, apenas, quando movido pelo o interesse dos benefícios terrenos de ordem física, que pudesse obter em seu favor de Deus (os milagres). As curas corporais, ressuscitações e exorcismos, agradaram ao homem pela novidade, embora passageiras. Mas, ignorava o melhor, ou seja, quantas bençãos e graças espirituais e eternas poder-lhe-iam ser concedidas, mas, o homem se fez indiferente. Isso não interessava ao homem materialista de todos os tempos. Tendo alcançado aqueles favores (milagres), isso bastava!. O homem desprezou seu Deus, e matou-O crudelissimamente em morte dolorosa de cruz. Quanta ingratidão! Porém, a dor do Sacratíssimo Coração de Jesus pelo desprezo humano, a...
Ato Institucional Nº 1 do Supremo faz 4 anos
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Por Leandro Ruschel Em 14 de março de 2019, o ministro Toffoli, então presidente do Supremo, iniciou a sessão do dia no tribunal fazendo um breve discurso sobre a importância da liberdade de imprensa e da independência do Judiciário para a "democracia". Em seguida, anunciou a abertura de um inquérito para investigar "denunciações caluniosas, ameaças, injúrias e difamações contra membros da corte e seus familiares". O procedimento aberto ao arrepio do sistema acusatório, ancorado numa interpretação forçada do artigo 43 do Regimento Interno do Supremo, que fala em investigação policial dirigida por ministro em caso de crime cometido nas dependências do tribunal, transformava os ministros em vítimas, investigadores, acusadores e julgadores ao mesmo tempo. Toffoli escolheu o ministro Moraes como relator do inquérito, sob protestos do ministro Marco Aurélio Mello, que exigia sorteio para o posto. Ato contínuo, Moraes escolheu a equipe de delegados federais que tocariam a...
Bibliotecas
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Por Gustavo Bertoche Uma biblioteca não é simplesmente um lugar em que podemos ler livros. Cada biblioteca é uma praça de resistência. É uma das últimas instituições em que qualquer pessoa pode entrar e ter livre acesso a bens de alto valor econômico sem que ninguém queira cobrar-lhe alguma coisa. * * * Em "Fahrenheit 451", Ray Bradbury descreve uma distopia em que os livros são proibidos. Lá as telas, a televisão, o entretenimento interativo tomam todo o lugar da cultura literária. Conseqüentemente a população se torna mansa e estúpida - e passa a odiar os livros como se fossem “armas carregadas”: "Nada mais simples e fácil de explicar! Com a escola formando mais corredores, saltadores, remendadores, agarradores, detetives, aviadores e nadadores em lugar de examinadores, críticos, conhecedores e criadores imaginativos, a palavra 'intelectual', é claro, tornou-se o palavrão que merecia ser. Sempre se teme o que não é familiar. Por certo você se lembra do menino ...
Tabus do Século 21
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O deputado Nikolas Ferreira exerceu seu direito à livre expressão parlamentar (art. 53 da Constituição Federal) para criticar os movimentos queer ou a chamada "ideologia de gênero". Todavia, foi sumariamente cancelado pelo establishment , que pede sua cassação em completo desprezo pelas normas constitucionais. Temas como o suscitado pelo parlamentar não são passíveis de críticas no mundo atual. Criou-se uma espiral de silêncio quanto a questões fundamentais sobre o modo de ser da sociedade e dos indivíduos. Por isso mesmo, deveriam ser debatidas, tanto na seara das ideias, quanto no âmbito político. Contudo, em virtude de certos movimentos antidemocráticos, tornaram-se tabus. É impossível hoje discutir a extensão dos direitos das "minorias" ou mesmo debater o resultado prático das ideologias que fomentam tais movimentos. Criticar a invasão dos transgêneros masculinizados no esporte e nos banheiros femininos? Absurdo! Você só pode ser um fascista transfóbico. Repree...