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A greve dos homens

Há aqueles homens do século passado, que se entendem como "machos". Acreditam que um homem deve se portar como tal: indiferente, dominante, agressivo, provedor. De sua parte, existem mulheres que acreditam em tal modelo masculino e fomentam o estereótipo. Essa é uma parcela da humanidade que está diminuindo.  Há o homem do Século XXI. Alguns dizem que são frágeis e inseguros. Outros, que há uma desconstrução da masculinidade. Não importa. O homem deste século é diferente. Boa parte deles não quer mais se relacionar com mulheres - ou se voltam ao homossexualismo, ou ao ostracismo esclarecido. Fato é que não mais se identificam com o modelo antigo, além do que a própria sociedade os reprime. Assim, desistem de ocupar os papeis de pais, maridos, companheiros ou até mesmo de colegas e empregadores.  É a greve dos homens, motivada, mais recentemente, pela filosofia proibida.  Por que se submeter a uma ordem social que nos escraviza? 

Mulheres

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Ah, as mulheres. Ao mesmo tempo, tão perfeitas e tão complicadas. A sociedade foi moldada ao redor delas, para desespero das feministas que só sabem vociferar contra o patriarcado. Explico: desde o início dos tempos, a vida na terra organizou-se sob um princípio básico, o da autopreservação, o de garantir a continuidade da espécie. Entre os mamíferos, as fêmeas são as genitoras da existência e, no nosso subconsciente de primatas, todo o bando deve, portanto, protegê-las do mundo. Assim, os machos são descartáveis. Se eles morrerem para protegê-las, sua função restará consumada.  Deste modo, a civilização seguiu. Os machos saíam para a caça, para as guerras. Garantiam a sobrevivência das fêmeas. Tinham que propiciar o ambiente necessário à reprodução e ao desenvolvimento da prole humana, naturalmente indefesa nos seus primeiros anos. Os mais aptos nessa tarefa é que mereciam o amor feminino.  No mundo atual, as coisas ainda são assim. A sociedade produziu obras nunca antes vist...